
Assento de Baptismo de Eduardo Pereira Pinto

| Nº 40
Eduardo, fº legitº de João Baptista Pinto e D Carolina Isabel Pereira Pinto
Cedula A 105141 em 14.7.1974 Casou na conservatoria do registo civil de Vila do Conde, em 10 do corrente com Delfina Maria da Silva Meireles, natural de Maximinos, desta cidade. Braga onze de Maio de mil novecentos e trinta e trez.
Faleceu na freguesia de Cedofeita, Porto em 17 do mês findo. Boletim nº 241 maço 5 em 19 de Novembro de 1979 | Aos vinte e cinco dias do mez de Junho do anno de mil novecentos e dez, n'esta Igreja parochial de São Pedro de Maximinos, concelho e diocese de Braga, com Licença do Excellentissimo Ordinario, que fica archivada, baptisei solemnemente um individuo do sexo masculino, a quem dei o nome de Eduardo e que nasceu n'esta freguesia às sete horas da manhã do dia tres do mez d' abril do dito anno; filho legitimo de João Baptista Pinto, primeiro sargento d'infanteria, natural da freguesia da Sé, da cidade e diocese de Bragança, e de Dona Carolina Isabel Pereira Pinto occupada no governo doméstico, natural de Santa Maria, da referida cidade e diocese, onde foram recebidos, parochianos desta de Maximinos e moradores na rua Direita;, neto paterno de João Evangelista Pinto e Maria dos Prazeres Pinto e materno de Julio Cesar Pereira e Rosa Florinda Pinheiro. Foram padrinhos Joaquim José Pereira da Silva, casado, proprietario, e Maria do Rosario Coutinho, solteira, proprietaria, os quais todos sei por informações serem os proprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos commigo o assignaram. Era ut supra Os padrinhos.
Assinaturas:
O abade Antão José d' Oliveira
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Arquivo Distrital de Braga, Paroquial Lv. 1130, fls, 12vº (1910)




Para assinalar o centenário do nascimento de Eduardo Pereira Pinto, foram emitidos 50 selos de € 0,32, para correio normal até 20 gr. e 25 selos de € 0,60, para correio normal até 100 gr..
Os 50 selos de € 0,32, 25 vão ser distribuídos pelos netos e pelos amigos mais próximos.
Assim, agradeço que os netos interessados me enviem o nome completo e a respectiva morada para joseruicaldas@gmail.com.

Alguns comentários “roubados” ao Blog Carioca da Vila – http://carioca-carioca.blogspot.com, relacionados com Eduardo Pereira Pinto.
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Ouvi falar deste homem mas destes feitos nunca. Uma surpresa.
Anónimo
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Um Homem com um coração do tamanho dele.
Anónimo
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Estamos a falar de um homem que salvou vidas humanas com o sacrifício da sua própria vida. Vila do Conde tem assim tantos heróis. É pena que não haja nada que perpetue esta figura.
Anónimo
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Neste blog nota-se bem, pelos comentários das pessoas, que têm ainda um grande carinho pela pessoa que o meu avô foi.
Bruno Pinto
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Não sei se este ilustre vilacondense era ou não do PS local. Decerto que não pois, se o fosse, já teria um busto ou uma rua com o seu nome. Pobre do povo que não honra os seus heróis.
Anónimo
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É um pouco frustrante Vila do Conde não seguir o exemplo da Póvoa.
Bruno Pinto
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O valor de uma terra tem a ver com a grandeza das suas gentes e quando as suas gentes sabem respeitar e prestar tributo áqueles que foram grandes a terra aparece e passa a ser respeitada.
Jorge Vieira
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Afonso Henriques
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José Cunha
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Anónimo
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Anónimo
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Conheco uma historia do sr. Eduardo Pinto,que e a seguinte.Ha muintos anos passados houve um jogo de futbol entre o Fluvial e o Povoense no campo de Azurara,face ao rio enfrente ao hoje posto nautico do Fluvial o sr Eduardo estava na assistencia,comeca jogo e passado pouco tempo o povoense marca, um assistente poveiro tendo consigo uma armacao com pombos coreios pega num e lancandoo no ar diz la vai um, passado pouco tempo outro golo e la vai outro pombo e la vai outro disse ele. Hora bem pelo que eu soube a cena ja se repetia por sete vezes,entao o sr.Eduardo aproximou-se do dito cujo e quando ele se preparava para mandar outro o sr Eduardo mandalhe uma galheta bem assente pontapeia a gaiola pombos pelos ares armasse pancadaria e la foi o pobre homem para casa todo esmorrado sem gaiola e quanto aos restantes pombos os que estavam em condicoes de voar la regressaram a casa outros ficaram por la. mas ha mais historias do sr Eduardo que eu conheco houvidas na barbearia S.joao do meu querido ex patrao o sr MANUEL DE MACEDO AGUSTO
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Mais uma do Sr Eduardo.Certo dia estava um pequeno grupo de Vilacondenses junto ao Mar a Vista na conversa e na galhofa entrar la talvez nao desse porque o dinheiro nao dava para tais iguarias. La dentro encontravan-se uns queques da altura uns vilacondenses outros de fora meninos bem mas todos amigos,e para o que lhes deu? afastar dessa area do Mar a vista os ditos vilacondenses as coisa azedaram ,o coisa ruim estava por perto e meteu-se em apoio dos meninos e entao e que aparece o sr eduardo em cena.passava la por acaso tma conta do que esta a acontecer e zumba comeca a distribuir lenhedo para cima dos meninos foi um ver se te avias ,ne4m coisa ruim lhes valeu rabinho entre as pernas e la foram corridos dali
José Aguiar
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