domingo, 18 de novembro de 2018
domingo, 4 de novembro de 2018
sábado, 29 de setembro de 2018
Maio de 1979
"Nem sempre o que deixa de existir deixa de estar. Às vezes, deixar de
existir é apenas outra forma de estar. É como a chuva. Ao parar de
chover, a chuva deixa de existir como chuva, mas a sua água infiltrou-se
nos campos e regou as flores e juntou-se ao leito dos rios como memória
da chuva que um dia será novamente. Nem sempre o que deixa de existir
deixa de estar. O corpo das coisas que habitam o mundo pode morrer e
pode desaparecer da nossa vista, mas nunca morrerá aquilo que
nos habita e o coração não precisa de ver para crer. Deixar de existir
não é deixar de estar presente. Há coisas e pessoas que foram e que
nunca deixarão de ser. Mesmo que os seus passos deixem de se ouvir e que
o seu olhar deixe de cair sobre o nosso como a chuva quando chega o
tempo de parar de cair, já o som desses passos e a luz desse olhar se
infiltraram em nós e somos nós esse leito de que o nosso amor é feito.
Não faz mal que a chuva deixe de ser chuva quando permanece naquilo que
regou. "
domingo, 5 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Assento de Baptismo de Eduardo Pereira Pinto

| Nº 40
Eduardo, fº legitº de João Baptista Pinto e D Carolina Isabel Pereira Pinto
Cedula A 105141 em 14.7.1974 Casou na conservatoria do registo civil de Vila do Conde, em 10 do corrente com Delfina Maria da Silva Meireles, natural de Maximinos, desta cidade. Braga onze de Maio de mil novecentos e trinta e trez.
Faleceu na freguesia de Cedofeita, Porto em 17 do mês findo. Boletim nº 241 maço 5 em 19 de Novembro de 1979 | Aos vinte e cinco dias do mez de Junho do anno de mil novecentos e dez, n'esta Igreja parochial de São Pedro de Maximinos, concelho e diocese de Braga, com Licença do Excellentissimo Ordinario, que fica archivada, baptisei solemnemente um individuo do sexo masculino, a quem dei o nome de Eduardo e que nasceu n'esta freguesia às sete horas da manhã do dia tres do mez d' abril do dito anno; filho legitimo de João Baptista Pinto, primeiro sargento d'infanteria, natural da freguesia da Sé, da cidade e diocese de Bragança, e de Dona Carolina Isabel Pereira Pinto occupada no governo doméstico, natural de Santa Maria, da referida cidade e diocese, onde foram recebidos, parochianos desta de Maximinos e moradores na rua Direita;, neto paterno de João Evangelista Pinto e Maria dos Prazeres Pinto e materno de Julio Cesar Pereira e Rosa Florinda Pinheiro. Foram padrinhos Joaquim José Pereira da Silva, casado, proprietario, e Maria do Rosario Coutinho, solteira, proprietaria, os quais todos sei por informações serem os proprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos commigo o assignaram. Era ut supra Os padrinhos.
Assinaturas:
O abade Antão José d' Oliveira
|
Arquivo Distrital de Braga, Paroquial Lv. 1130, fls, 12vº (1910)
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 12 de maio de 2010




Para assinalar o centenário do nascimento de Eduardo Pereira Pinto, foram emitidos 50 selos de € 0,32, para correio normal até 20 gr. e 25 selos de € 0,60, para correio normal até 100 gr..
Os 50 selos de € 0,32, 25 vão ser distribuídos pelos netos e pelos amigos mais próximos.
Assim, agradeço que os netos interessados me enviem o nome completo e a respectiva morada para joseruicaldas@gmail.com.
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